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Projeto Quelônios do Cantão

O Projeto Quelônios do Cantão iniciou em 2002, com objetivo de proteção dos Quelônios, principalmente de Podocnemis expansa (Tartaruga-da-Amazônia).

O Projeto Quelônios do Cantão iniciou em 2002, com objetivo de proteção dos Quelônios, principalmente de Podocnemis expansa (Tartaruga-da-Amazônia). As atividades de manejo e monitoramento do Projeto são realizadas ao sul do Parque Estadual do Cantão (PEC) em uma base nomeada Base do Canuto, denominação dada em homenagem ao Sr. Raimundo Canuto, residente do local a mais de 15 anos e um dos principais executores do projeto.

Os trabalhos realizados incluem manejo, proteção e fiscalização da reprodução dos filhotes de quelônios. Todo ano no período que inicia a desova das tartarugas, meados de Agosto, a equipe do projeto segue para a Base do Canuto onde ficam instalados durante quatro meses para realizar as atividades de campo, esse período corresponde a desova, incubação, eclosão e soltura dos filhotes de Tartaruga-da-Amazônia.

O monitoramento tem início a partir do período de identificação das covas no mês de Agosto até o momento da eclosão dos ovos e transferência dos filhotes para o berçário, o que ocorre até o mês de Dezembro.

A partir de 2006 iniciou-se o trabalho de educação ambiental, sendo realizadas solturas dos filhotes com a comunidade de Caseara. Em 2007, foi realizado a 1° Quadrilha da Tartaruga do Cantão, evento cujo objetivo é integrar a comunidade a causa ambiental preservacionista de quelônios e expor para a comunidade a meta de proteção de filhotes para o ano.

De cada 100 filhotes de Tartarugas – da – Amazônia que nascem normalmente na natureza, apenas 2% sobrevive até a fase adulta. Nas atividades do projeto após a eclosão dos filhotes, eles são levados para um “berçário” onde permanecem por cerca de 2 semanas, até que endureçam a carapaça e que seu “umbigo” seque. Quando o umbigo ainda esta molhado exala um odor muito forte de ovo, facilitando aos predadores a identificação dos filhotes, por isso a necessidade de permanecer com os filhotes esse período de 2 semanas, para diminuir o índice de predação sobre os filhotes. Devido a esse método de manejo a taxa de sobrevivência até a vida adulta sobe de 2% para 13%.

Em média por cada projeto são soltos na natureza de 35 a 50 mil filhotes. No projeto de 2011 foram soltos na natureza 38.500 filhotes.

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