Plano de Ensino

Turma 1103 - Formação Sócio-Histórica do Brasil - 2011/1

Curso: Serviço Social

Período: 2

Professor(es): Ivaneide Batista Nunes

Carga Horária: 68 h

Ano/Semestre: 2011/1

Objetivo

O objetivo superior do curso de Serviço Social do CEULP/ULBRA tem sede no intuito de formar profissionais capazes de responder às demandas sociais, na perspectiva de assegurar direitos, democratizar o acesso do cidadão às políticas sociais, por meio da instauração de práticas profissionais competentes, com potencial de produzir conhecimentos e propor alternativas para a transformação da realidade social.

Ementa

O processo de formação social do Brasil. A herança colonial e a constituição do Estado Nacional. Emergência e crise da República Velha. Instauração e Colapso do Estado Novo. Industrialização, urbanização e o surgimento de novos atores políticos. Inserção e dependência no sistema capitalista. Modernização conservadora no pós 64. O fim do milagre. Transição democrática e neoliberalismo. O Brasil do século XXI.

Competências

Compreender o movimento histórico da sociedade brasileira, o processo de formação social do país, reconhecendo as particularidades do desenvolvimento econômico, político e social.

Habilidades

Capacidade crítica dos processos sociais numa perspectiva de totalidade;
Construir políticas que atendam as demandas sociais considerando as particularidades de nossa sociedade oriundas da sua formação sócio-histórica.
Reconhecer a ampla gama de atores sociais no passado e no presente e as redes de relações por eles desenvolvidas.


Programa

Aula 1 - Apresentações, professor e plano de ensino, iniciando assunto:  Quem descobriu o Brasil?
Aula 2 - O que é História?
Aula 3 - O que é História?
Aula 4 - Aula coletiva ( A interdisciplinaridade no exercício profissional);
Aula 5 - O descobrimento do Brasil e as capitanias hereditárias na formação social brasileira;
Aula 6 - A sociedade brasileira colonial: escravismo e exclusão social;
Aula 7 - Atividade semipresencial: Conceituar interdisciplinaridade e relatar as discussões da aula coletiva, resgatando a importância histórica das práticas profissionais.
Aula 8 - Estado e sociedade no Período Imperial brasileiro.  
Aula 9 - Atividade semipresencial postada no portal;  
Aula 10 - Estado e sociedade no Período Imperial brasileiro.
Aula 11 - Avaliação G1
Aula 12 - A formação do operariado brasileiro: o anarquismo e a classe trabalhadora.  Os conflitos sociais no campo.
Aula 13 - Filme: A guerra de Canudos.
Aula 15 - EXPRESS - Exposição de Pesquisas e Relatos de Experiências em Serviço Social
Aula 16 - Atividade Semipresencial disponível no portal;
Estado e classes sociais no Brasil pós-1930/ Populismo no Brasil: Industrialização, urbanização e surgimento de novos sujeitos políticos.
Aula 17 - Contradições da sociedade urbana no início da década do século XX
Aula 18 - Estado, economia e repressão social no período ditatorial. A questão agrária durante o regime militar. “O milagre brasileiro”. Acumulação de capital e pobreza.
Aula 19 - Estado, economia e repressão social no período ditatorial. A questão agrária durante o regime militar.
Aula 20 - Avaliação G2.
Aula 21 - Entrega de Avaliações e Revisão de Conteúdo para Substituição de Grau
Aula 22 - Avaliação de Substituição de Grau

Metodologia

No primeiro dia de aula será apresentado o plano de ensino e ocorrerá momento interativo para conhecimento mútuo entre docente e discentes. Nas demais aulas acontecerão estudos dirigidos, por meio de técnicas, aulas expositivas e dialógicas utilizando recursos como: lousa, projetor de multimídia, textos de jornais, revistas, filmes, músicas, fotografias, e vídeos, a fim de motivar os/as alunos/as a ampliarem seus horizontes acadêmicos pela pesquisa, pelo estudo diário e pela comunicação, além disso, são trabalhados conteúdos das disciplinas nas aulas semipresenciais. Procura-se, portanto, desenvolver um processo de aprendizagem vivenciado através de pesquisas temáticas, seminários temáticos, fichamentos, produção de textos, leituras dirigidas e discussões acerca dos conteúdos ministrados.

Avaliação

Sendo a avaliação um processo contínuo e processual, buscar-se-á verificar a participação ativa dos alunos nos trabalhos em sala de aula e nas pesquisas temáticas. A avaliação é entendida como mais um ato pedagógico que visa registrar o processo de conhecimento em que a/o aluna/o é sujeito dele, tendo na professora uma mediadora do aluno e do conhecimento. Consideram-se os seguintes aspectos na composição das notas: compromisso, iniciativa criatividade, assiduidade, interesse e envolvimento e capacidade argumentativa coerente e coesa.
Avaliação de G 1 : A composição da G1 será de acordo com o programa acima mencionado, em que esta será subsidiada no conteúdo até a realização da avaliação prevista. Totalizando a soma de 10 pontos ao final e distribuídas por meio das atividades descritas abaixo:

Trabalho individual – (síntese)................................................................................. 1,0 ponto.
Resumo.................................................................................................................1,0 ponto
Trabalho em Grupo (seminário) -..............................................................................2,0 pontos
Prova individual com perguntas (objetivas/dissertativas) do conteúdo da unidades I, ....6,0 pontos


Avaliação de G 2 - Peso dois.
Trabalho em Grupo (Para EXPRESS)......................................................................3,0 pontos
Trabalho Individual – (1)..........................................................................................1,0 ponto
Prova individual com perguntas (objetivas/ dissertativas) ...........................................6,0 pontos


Substituição de Grau

A prova de substituição de grau será de todo o conteúdo trabalhado no semestre letivo, podendo ser esta, de perguntas objetivas ou dissertativas, tendo peso de 10 pontos.


Bibliografia

Básica

BORGES, Vavy Pacheco. O que é história. 2. ed. São Paulo : Brasiliense, 2003. 84 p., il. (Coleção primeiros passos ; 17).

PINSKY, Jaime. A Escravidão no Brasil. São Paulo: Contexto, 1992. 78 p. (Repensando a historia).

PINSKY, Jaime. A Escravidão no Brasil. São Paulo: Contexto, 1992. 78 p. (Repensando a historia).

VITA. Alvaro de. Sociologia da Sociedade Brasileira. 9. ed. São Paulo : Ática, 1999. 279 p.

______, O protesto social urbano nos 70 e 80. In: Sociologia da Sociedade brasileira. 2 ed. São Paulo: Ática, 1991. Pag. 250-265.

Complementar

ALENCAR, Chico. História da sociedade brasileira. 17. Ed., rev. atual. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1999. 467 p.

CALMON, Pedro. O contraste da vida colonial. In: História social do Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 2002. Pag.23-29.

COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: Momentos decisivos. São Paulo: UNESP, 1999.

DABÈNE, Olivier. A era do populismo (1930-1950). América Latina no século XX. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003. Pag. 91-137.

PRADO JUNIOR, Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1974.

SODRÉ, Nelson Werneck. Formação da sociedade brasileira.Rio de Janeiro : J. Olympio, 1944. 338 p. (Coleção documentos brasileiros ; 47).

______, O nacionalismo na década de 50 e inícios dos anos 60; o golpe militar. In: Sociologia da Sociedade brasileira. 2ª. ed. São Paulo: Ática, 1991. Pag.205-216