











	
{"id":385,"date":"2022-05-02T17:18:24","date_gmt":"2022-05-02T20:18:24","guid":{"rendered":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/?post_type=artigo&#038;p=385"},"modified":"2022-05-02T17:18:24","modified_gmt":"2022-05-02T20:18:24","slug":"uma-comunidade-e-duas-historias-visao-territorial-do-comunidade-canela","status":"publish","type":"artigo","link":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/artigo\/uma-comunidade-e-duas-historias-visao-territorial-do-comunidade-canela\/","title":{"rendered":"UMA COMUNIDADE E DUAS HIST\u00d3RIAS: VIS\u00c3O TERRITORIAL DO COMUNIDADE CANELA"},"content":{"rendered":"\n<p>O presente trabalho foi realizado frente a import\u00e2ncia dos territ\u00f3rios para os mais variados grupos sociais. A partir de uma sustenta\u00e7\u00e3o de pesquisa bibliogr\u00e1fica a respeito da Comunidade Canela, junto com a realiza\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo de entrevista semiestruturada com a fam\u00edlia Batista da comunidade para obten\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es mais fidedignas. O objetivo central deste trabalho \u00e9 buscar dar voz e reconhecimento para as pessoas que teve suas vidas divididas entre duas hist\u00f3ria, uma antes em seus territ\u00f3rios de pertencimento, e uma outra ap\u00f3s a retirada dele de suas vidas. Direcionando a conclus\u00f5es de que, mesmo um territ\u00f3rio que n\u00e3o se pode mais habitar, tem o poder de guardar admira\u00e7\u00f5es e respeito das pessoas que o chamam de lar, e que com muita dor e saudade guardam momentos que jamais poder\u00e3o vivenciar novamente.<\/p>\n","protected":false},"template":"","categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/artigo\/385"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/artigo"}],"about":[{"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/artigo"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/artigo\/385\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":386,"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/artigo\/385\/revisions\/386"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=385"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=385"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ulbra-to.br\/caos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=385"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}