O capítulo analisa os limites e as possibilidades da inclusão de pessoas neurodivergentes e com deficiência a partir de uma metáfora literária que diferencia presença e pertencimento. O estudo, desenvolvido como ensaio teórico com pesquisa bibliográfica de caráter interpretativo-crítico, discute neuroplasticidade, comunicação alternativa, barreiras escolares e laborais, estigma e métricas de normalidade. Conclui que a presença legal ou terapêutica não garante inclusão e defende a criação de vínculos, revisão de indicadores e transformação das práticas institucionais para promover pertencimento.