Agroenergia e setor produtivo agropecuário são os assuntos abordados nesta edição
Aconteceu nesta quinta-feira (10/05), a abertura oficial da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins, Agrotins 2007. As atividades da feira começaram desde o dia 9 e vão até 13 de maio, no Centro Agrotecnológico de Palmas. Na abertura do evento, esteve presente o Governador do Estado, Marcelo Miranda, o Prefeito de Palmas, Raul Filho, o Diretor-geral do CEULP/ULBRA, Marcos Ziemer, o Coordenador do curso de Engenharia Agrícola, Silvestre da Nóbrega, a Coordenadora de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, Conceição Previero, entre outras autoridades e estudantes do curso de Engenharia Agrícola. Pelo sétimo ano consecutivo o curso de Engenharia Agrícola participa do evento. Nesta edição cerca de 20 alunos estão envolvidos nas atividades da feira.
No Espaço ULBRA (Casa de Solo-Cimento) que o curso possui dentro do centro agrotecnológico, os acadêmicos, orientados por professores, distribuíram aos visitantes boletins técnicos sobre ações a respeito da difusão de novas tecnologias pós-colheita para agricultura familiar, como: Fornalha de carvão para secagem de produtos agrícolas, construção de ventiladores, armazenamento de grãos em pequenos silos e determinação do teor de umidade dos grãos – Método Edabo. Ao longo dos 5 dias de feira também será realizada uma demonstração de pesquisa, com a utilização de resíduo gerados da produção agrícola (no caso, cinza da casca de arroz) na produção do material Concreto para construção civil e agrícola. Outra ação é a mostra de bovinos da raça Gir Leiteiro produzidos e criados no Campo Experimental do CEULP/ULBRA, com destaque na divulgação do trabalho de transferência de Embrião. Atividade esta desenvolvida em parceria com o laboratório móvel de produção animal da SEAGRO.Parceria e aprendizado Desde da primeira edição da Agrotins o CEULP/ULBRA é parceiro do evento. Ao longo desses sete anos, cerca de 50 alunos de Engenharia Agrícola passaram pela feira em cada ano. Para o coordenador do curso, Silvestre da Nóbrega esta oportunidade dada aos acadêmicos é uma experiência ímpar. “Eles adquirem uma visão mais abrangente do que é o setor agropecuário, não tem noções apenas do sistema de produção, aprendem também sobre tecnologia”, ressalta.10 de maio de 2007
Aline Pio
Jornalista – Mtb 303/TO